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Jornal do CAPOEIRA
Desde: 28/10/2004      Publicadas: 1050      Atualização: 18/06/2006

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 CRÔNICAS
  20/04/2005
  1 comentário(s)


Associação Cultural de Capoeira Badauê
Entrevista realizada em 13/03/2005, na cidade de Campina Grande/PB, com os professores e alunos da BADAUÊ
Associação Cultural de Capoeira Badauê Nova pagina 1

BADAUÊ EM CAMPINA GRANDE

Professores e Alunos Justificam Sucesso

 

Benedito dos Santos (Bené)

Campina Grande-PB - Abril - 2005

 

Num clima festivo, professores e alunos da Associação Cultural de Capoeira Badauê analisam e avaliam, com muita propriedade, os avanços da capoeira enquanto cultura na Paraíba, e falam ao Jornal do Capoeira das diferenças vividas pela Associação nestes vinte anos de história da Badauê. Nesse contexto, o professor André Angola, assim define sua posição dentro da Badauê:

            "Eu vejo que a capoeira da Paraíba, (...) o pessoal sempre distinguiu que o berço da capoeira é Salvador e em todo canto tem berço, todo mundo tem princípio, então, a capoeira aqui, continua sendo forte como em todo canto, não existe só fundamento num canto, não fortalece só naquele não, todo canto surgiu uma capoeira que saiu de lá, mas se fortaleceu dentro do seu território", opinou o professor André Angola.

 

            JOCAP - Professor André Angola, a capoeira enquanto cultural, como ela é desenvolvida dentro da Badauê.

André Angola - "Pelo que eu já andei pelo Brasil todinho, rodei um bocado, eu vejo a capoeira da Paraíba e de Campina Grande com todo o fundamento da capoeira que eu rodei, eu nunca encontrei (...) eu morei em São Paulo, Rio de Janeiro e sempre encontrei dificuldade porque não tem uma base de início, sempre eles pulam de galho em galho e não conseguem absolver o que tem que absolver das raízes.

Aqui em Campina Grande, continuou André, "a gente tem isso, a gente consegue (..) o mestre Sabiá consegue passar isso bem transparente pra gente, ele tem raiz".

JOCAP - André Angola, a capoeira Badauê foi filiada em meados de 97/98, onde houve a fusão de vários grupos com a Associação Cultural de Capoeira Angola Palmares. Com o desligamento da Badauê da Palmares, como você vê essa mudança, uma vez que os grupos da Paraíba que eram filiados, hoje se auto-administram? Isso é, a Capoeira de João Pessoa e Campina Grande estão fora desse processo da Bahia. Para você o que isso representa positiva ou negativamente para a capoeira da Paraíba?

André Angola -"Eu vejo o seguinte... o mestre Sabiá, como eu chamo meu "pai", ele quando viu que as coisas não estavam caminhando como ele queria, dentro da forma que ele sentia que deveria continuar, decidiu então se desligar da Palmares. Eu não treino pelo grupo, eu treino com meu pai, com mestre Sabiá. Então onde o mestre Sabiá estiver eu estou com ele. Porque não é o nome de um grupo que vai me enriquecer não, mas sim os conhecimentos e fundamentos que ele passa pra mim. Dessa forma, estou com ele pela pessoa que é, pela capoeira que ele consegue transmitir pra mim, como cultura, como filosofia de vida, como a volta ao mundo, que foi uma coisa que eu aprendi muito com os mestres. O mestre Nô, que considero como meu avô, os mestres que acompanham ele, que eram meus tios, que a gente sempre conversava e ele passava isso pra gente, quer dizer, ele não passava pra gente o momento do pulo, ele ensinava a gente a caminhar. Então, deixou com o livre arbítrio dele, quando não deu mais a convivência, as razões de continuar com ele, Sabiá tomou a decisão mais correta. Sabiá continuou o trabalho dele porque ele tinha e tem fundamento, pois se não tivesse fundamento teria se perdido, teria se filiado a alguém, para poder crescer. E pelas raízes que ficou com Mestre Sabiá ele mantém o que foi plantado. Quando a semente é plantada e bem aguada a gente vê o fruto e taí o fruto da Badauê!", finalizou o professor André Angola.

Dando continuidade, o mestre Sabiá apresenta os componentes da Associação Cultural de Capoeira Badauê: o Contramestre Rafael Magnata, que coordena a seção João Pessoa da Badauê, os professores, Tibério e Rato Branco, o monitor Tota, os alunos Melissa e Julian, esse último veio da França para aprender capoeira no brasil por achar que o Brasil é um dos melhores lugares para se aprender a capoeira. O monitor Tota, é secretário geral da Associação Badauê, é a pessoa que dá suporte administrativo as ações do Mestre Sabiá. - E aí Tota, o que você tema dizer! " provoca o mestre Sabiá.

JOCAP - Monitor Tota, como secretario geral da Associação Badauê, você tem uma responsabilidade a mais. No seu ponto de vista como aluno, além de buscar para você os conhecimentos da capoeira, como é executar as atividades administrativas  da associação como um todo?

Tota - Com relação a Badauê, tenho certeza que hoje nós estamos chegando a um ponto de maturidade que é de muita importância para o grupo, porque o grupo se desvinculou da Associação Brasileira de Capoeira Angola Palmares e tá chegando a maturidade. Está ficando madura digamos assim, pois o trabalho tá maduro, tá crescendo com a qualidade que é mais importante, que não adianta você inchar com quantidade, o importante é manter as raízes e qualidade. Com relação a parte administrativa, é... eu tento fazer o melhor que posso para atender as necessidades da Associação Cultural de Capoeira Badauê, ajudar o meu mestre que é o cabeça do trabalho, é o espelho para todos nós que estamos aqui, e é um exemplo a ser seguido. Exemplificou o monitor Tota. O mestre Sabiá intervém na fala do monitor Tota. "Rato Branco, que estava afastado da Associação, está voltando agora em 2005 com toda euforia! (risos). O clima na Badauê realmente é muito amistoso. A  descontração toma conta da entrevista, mas a moçada do mestre Sabiá estavam todas atentas no intuito de emitir suas opiniões com relação ao desenvolvimento da Associação Badauê".

JOCAP - professor Rato Branco, como é voltar as atividades normais da Associação Badauê?

Rato Branco " "Eu tô achando (...) tá melhor agora, eu fiquei parado porque o trabalho tava sem "axé", eu estava sem essa energia, a gente chegava na academia e não sentia aquela motivação para o desenrolar das atividades. Eu percebo também dentro do grupo, que há critica por parte dos demais com relação ao afastamento de elemento "a ou b",  e não procuram saber porque esse elemento esta parado. As vezes, a pessoa tá doente, com problema em casa, essas coisas todas, numa situação dessa natureza, fica difícil acompanhar. A maioria das pessoas envolvidas no trabalho não entendem isso, não procuram diretamente a pessoa que está treinando para saber o porque do afastamento, gerando aí, um certo conflito dentro do grupo". Justificou o professor Rato Branco. O professor André Angola pede a palavra.

"Eu acho o seguinte Rato Branco, como o jornal do capoeira abriu seu espaço para a Badauê expor seu trabalho, acho como você é um "irmão", nosso, foi criado junto, treinamos muito anos juntos, a gente vem erguendo a bandeira Sabiá, eu não falo grupo, segurando a bandeira com Sabiá até hoje, o pessoal que lhe "queimaram", que lhe  criticam, devem estar lhe agradecendo, porquê? - por que estão lhe dando a condição de você falar, você é um dos caras mais antigo que está aqui na mesa, você já faz parte da hierarquia do mestre Sabiá, porque você é um cara antigo, um cara presente, você tem seu trabalho, você tem sua vida e muitas vezes a gente fica desistimulada, eu já passei por isso, muitas vezes, já tive motivo de alunos que fingiam ser colado com meu "pai", para queimar minha pessoa, e nunca esquentei com isso. Eu ouvia coisas que não devia, mas estava sempre de cabeça erguida e seguia em frente. Nem todo mundo tem que ser igual a mim, mas como você tá fazendo agora Rato Branco, você retornou com toda sua energia, tá sentindo aquela energia positiva do passado, quando  a gente era unido, saiamos da academia, nos confraternizávamos, participava da vida particular do companheiro, condições de vida, enfim, a gente tinha como intuito, criar laços família. Acredito que capoeira não só é chegar na academia e jogar a perna não, capoeira é uma família e foi isso que a gente construiu quando começamos a vinte anos atrás, de ajudar o mais forte, que mais forte não é aquele que bate muito, nem aquele chute mais. Forte é aquele que sempre tem uma palavra amiga, sempre tá do teu lado, sempre chega prá você e diz sua opinião direta e sincera. Entendo que quando uma pessoa chega prá deixar você com o astral mais baixo ainda, uma pessoa dessa é mais fraca do que qualquer outra. A união que a gente tá buscando de novo é essa!", concluiu o professor André Angola com muita propriedade.

JOCAP - Outro membro da Associação Badauê, professor Tibério, acredita que falta mais visão de alguns praticantes, esses praticantes estão com a visão muito estreita e precisamos abrir nossos horizontes nesse sentido:

Tibério - "Eu percebo que quando nós estávamos vinculados a Palmares, qualquer evento só podia ir para a Palmares, até mesmo quando o mestre ia a salvador, só podia visitar trabalho da palmares. Com o desligamento dela acredito que, do ponto de vista prático, a capoeira Badauê hoje está acima das expectativas, está buscando coisas novas pra gente, não só para os mais antigos, professores, contramestres, mas também para os mais novos, aqueles que estão ingressando na Badauê agora, e o que eu quero, não só eu, os outros também, crescer mais, fortalecer cada vez mais nosso trabalho", finalizou o professor Tibério.

JOCAP - Também presente na coletiva, a aluna iniciante Melissa, Paranaense radicada em Campina Grande e com visão crítica a respeito da capoeira, muito segura e objetiva. Principalmente em se tratando da capoeira enquanto cultura, que realmente impressiona pela segurança que a mesma tem em relação a pratica da capoeira, conforme  depoimento ao jornal do capoeira.

Melissa - "Acredito que a capoeira é a cultura, tem em todos os lugares do Brasil, alguns mais que outros, pela minha ótica era uma coisa (...) eu sempre gostei de ver, mas não pensava em praticar capoeira. A gente vê as pessoas praticando capoeira, dando salto e parece assim uma coisa muito longe, eu não vou conseguir fazer isso ou aquilo, (...) como eu tava dizendo, a capoeira está presente no Brasil inteiro. Algumas regiões mais que outras, então as variações regionais são muito grandes no sul e aqui no nordeste por exemplo. Aqui você sai para passear, vê  roda de capoeira na esquina, em outras cidades tem também, então você presencia mais esse crescimento". Sentenciou Melissa, que na sua opinião pela magia dos movimentos exibidos na roda, provocam nas pessoas que não praticam capoeira, um afloramento no desejo de praticar, mas na maioria das vezes, desistem sem nem antes tentar. Segundo ela, que já praticou balé, sempre via a capoeira como uma atividade a ser praticada por todos, a exemplo disso, ela cita seu namorado Julien, que veio da França para aprender capoeira no Brasil. Segundo ela, para Julien, o Brasil tem melhores condições de aprender, inclusive em relação ao custo. "então lá fora a capoeira é muito bem vista, todo mundo vê a capoeira como uma cultura, representa o Brasil, falou em capoeira, o pessoal só pensa em Brasil. Quando você vê pensa que a Capoeira não é conhecida na Europa. Lá fora, tem muito do Brasil - Capoeira, Samba, dança - mas o problema que lá na Europa é caro, isso é uma verdade. Quando eu entrei na capoeira, entrei com o mesmo receio das pessoas que não praticam, mas estou adorando e vejo que capoeira é prá todo mundo fazer, basta ter vontade , dedicação. É entrar e começar a fazer, que começa a pegar a ginga, a malícia e é isso aí!", finalizou Melissa.

 

Na foto : André Angola, Mestre Sabiá, Bené, Contramestre Rafael Magnata

* * *

Bené é pesquisador de Cultura Popular da Paraíba, e integrante do Grupo Zumbi de Cultura Popular

 

 

 



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