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Jornal do CAPOEIRA
Desde: 28/10/2004      Publicadas: 1050      Atualização: 18/06/2006

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 CRÔNICAS

  19/02/2006
  2 comentário(s)


Capoeira em Aracaju, a Cidade Luz

Crônica por André Luiz Lacé Lopes sobre a Capoeira em Aracaju, Projeto "Centro de Memória da Capoeira", Atlas da Capoeira em Sergipe e pesquisa "Capoeira e Cartunismo"

Capoeira em Aracaju, a Cidade Luz Coquinho Baiano

Jornal do Capoeira - www.capoeira.jex.com.br

Edição 61 - de 19 a 25/Fev de 2006

 

André Luiz Lace Lopes

Aracaju, fev/2006

 

O grau de iluminação pública de uma cidade é considerado importante indicador (positivo ou negativo) de urbanização. Não sem motivo, portanto, Paris é também chamada de Cidade Luz. Já o Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa, tem vivido em penumbra geral, não apenas nos bairros da periferia, mas, também, nos bairros da zona sul tida como privilegiada - Flamengo, Botafogo, Copacabana, Ipanema, Leblon etc - enfim, toda a turística orla marítima.

Essa breve preliminar é para valorizar a surpresa que tive ao reencontrar uma Aracaju (Sergipe) ainda mais iluminada e bem tratada. Especialmente a Nova Orla, projeto estadual que cobre boa parte da infindável e agradabilíssima Praia de Atalaia. Que está, não apenas iluminada, mas dotada de equipamentos urbanos e urbanísticos de toda sorte: oceanário, bosques, espaço para esportes radicais, com várias rampas de skate, half pipe, parede para escalada com estrutura espacial para rapel, três quadras poli-esportivas para a prática de basquetebol, vôlei e futebol de salão (cheguei a jogar uma pelada de basquete!), um belo campo de futebol society, kartódromo, fontes luminosas e dançantes com música clássica, feiras de artesanatos, pistas de dança, centenas de restaurantes, bares e barracas de comidas típicas etc.

Guardando as proporções e tipicidades culturais e geográficas, o arquiteto responsável pelo projeto de urbanização da Nova Orla (Arq. Eduardo Carlomagno) lembra Gaudi e a sua fascinante Barcelona. Claro, como diria o meu saudoso amigo Mestre Caiçara, "cada qual no seu cada qual".

Bueno (minha mulher, sergipana, insiste na tese que há influência espanhola na cultura do seu estado; do hábito, de alguns, da "ciesta" ao "gosto mucho", "ocho" etc), falar em Caiçara é falar em Capoeira.  E até do Hotel Aquários, onde voltamos a nos hospedar (o "café da manhã" é tão variado que, se o hóspede for recebido com uma taça de champanhe vai jurar que está num "brunch"), com um pouco de sorte, pode-se ouvir um berimbau e assistir boa capoeira.  Reportando imediatamente o ocorrido posto que, em cada quarto do hotel, existe agora uma ligação USB, pronta para conectar o hóspede com o mundo. Foi o que fiz para enviar esse pequeno artigo e para estocar e-mails, fotos e pesquisas feitas, sobretudo, no sebo do Luiz Henrique, um dos maiores do Brasil.

As rodas de rua de capoeira, para dizer a verdade inteira, na maioria das vezes, são armadas mais para a direita do hotel, próximo da Praça dos Arcos da Orla. Sendo que, aos sábados, tradicionalmente arma-se uma grande roda livre na área dos mercados populares (são três, a Capoeira rola no mercado de artesanato - Tales Ferraz). Sobre o comando informal e democrático do Instrutor Lázaro (Grupo Capoeira União) e contando sempre com a presença de vários mestres & alunos e cantadores de capoeira. Roda realmente descontraída, "livre como o vento", sem uniformes padronizados, sem ginga marcada. Cada um chega como quer e joga como pode.

 

São de lá as fotos que utilizo para ilustrar o presente artigo. Inclusive as dos poetas repentistas, próximos da Roda, sempre muito críticos e competentes. Como é bom exemplo o excelente cordel que ganhei sobre o mote "Bush na Invasão do Iraque", trabalho de grande visão social, patrocinado pela Universidade Federal de Sergipe. Para lamentar, apenas o fato de não ter gravado alguns dos cantos apresentados, pelos repentistas e, também, pelos capoeiras, exemplares na minha opinião. No segundo caso, em  termos de "Filosofia de Capoeira", engajamento social e, simplesmente, poesia. Essa roda livre bem que merece um DVD (com roteiro à altura), fica, pois a idéia para os promotores locais. Digo mais, voltando à extraordinária Nova Orla, seria verdadeiro gol de placa, ou melhor, seria um espetacular "berimbau de ouro", se o Governo Estadual, responsável pelo projeto em questão, incluísse a construção de uma Roda de Capoeira absolutamente especial. Caso a presente idéia caia em solo fértil, com prazer enviarei projeto que fiz, décadas atrás, para o Rio de Janeiro: uma espécie de concha acústica para a "orquestra" (parte rítmica e cantada da capoeira), a roda propriamente dita e arquibancada em forma de anfiteatro. Atrás da "concha" um Centro de Memória da Capoeiragem, com fotos, filmes, programação de palestras, exibições de quadros e instrumentos etc. O projeto poderá (deverá!) prestar oportuna e marcante homenagem aos mestres de capoeira sergipanos. Mestres sergipanos ilustres e consagrados como Damionor Mendonça que foi um dos mais vibrantes e atuantes diretores nacionais de capoeira da, então, Confederação Brasileira de Pugilismo (Rio de Janeiro). Outro bom nome é Paulo dos Anjos,  sergipano que a Bahia não hesitou em adotar e consagrar.

Aí sim, teríamos finalmente uma ORLA SÓCIO-ESPORTIVA-CULTURAL, completa, com a cara do Brasil, um belo exemplo para as demais orlas.

Também desta vez não faltou muita conversa com algumas  boas cabeças na área da cultura popular, especialmente, na área da capoeiragem onde tive oportunidade de voltar a conversar com alguns pesquisadores, historiadores e jornalistas. Em tais conversas procurei sempre evidenciar a importância da publicação de um Atlas da Capoeira em Sergipe. Sergipe que lembra o Panamá, pequeno e heróico país onde tive a honra de trabalhar por duas vezes. São pequenos, sim, em tamanho geográfico, mais gigantes em cultura própria e figuras ilustres. Devem, pois, seguir o próprio caminho, inovando quando Deus assim mandar (sem intermediários, falsos donos dos destinos capoeiragem).

Foi na área da pesquisa, entretanto, que mais trabalhei, fechando finalmente um trabalho sobre "Capoeira e Cartunismo" nos séculos XIX e XX.

 

 

Como sempre lembro, embora fascinante, a Capoeira está dentro da Sociedade (e não o contrário), vai daí que, juntamente com o resto da família, tratei de vivenciar Aracaju e arredores. Revendo velhos amigos, como um casal espiritualista, colega das na EBAP/FGV, na década dos 60; revendo outro grande casal, praticante e especialista em catolicismo,  mas humanamente lidando com a  aproximação dos 60 anos; revendo familiares;  visitando  o Centro Espírita André Luiz (onde ouvi excelente palestra); e, por feliz acaso, visitando também  uma simpática rezadeira. 

De uma seresta em São Cristóvão (Projeto São Cristóvão Cidade Seresta, Secretaria Estadual de Turismo), saí com a convicção que Lúcio Sanfilippo precisa ser imediatamente convidado para apresentação por lá. Será sucesso absoluto, uma surpresa extraordinária para o povo local amante de boa seresta e de cantos com ela afinados.

Em matéria de restaurante e bate-papo geral a lista é longa, mas será justo destacar o Bar do Cajueiro, com interlocutores de primeira - Corumba, Vera Poesia e Eduardo Dialético - ao "som" de muita cerveja e um vodka nevado para russo algum colocar defeito.  Querendo o amigo leitor sofisticação simples, ou seja, sofisticação de verdade, recomendo especialmente três endereços, o Carro de Bois, de um sergipano-carioca, Beco do Ferreiro, de simpático e eficaz grupo pernambucano, lá no Shopping Jardins, e o Bistrô Twin, de volta à Atalaia, sob comando de Monsieur Robson Twin, chefe de cozinha que faria sucesso em Paris. Voto de louvor, também, para as grandes rodas de conversa a beira da piscina do Hotel, alimentadas pelos vinhos raros da Dra. Arly e pelos coquetéis locais criados pelo  Sr. Farinha, bar man de primeira, juiz de futebol e personagem em potencial de algum romance policial.

Foram apenas 14 dias, mas em junho estarei voltando a essa nova Cidade Luz, quando então tornarei a passear pela Orla, madrugada adentro, com toda a família. Programa que não ouso fazer, pelo menos nos dias de hoje, no meu querido Leblon.

Até lá tratarei de fechar meu primeiro livro de contos, publicar a pesquisa sobre "Capoeiragem e Cartunistas", lançar a edição inglesa do polêmico (no fundo, incontestável) livro "Capoeiragem no Rio de Janeiro, Sinhozinho e Rudolf Hermanny". Tratarei, também, de escrever mais alguns artigos e colocar em dia minha correspondência, inclusive a de e-mails, como esse que acaba de chegar de New Jersey, com Mestre Geraldinho adiantando alguns de seus projetos para esse ano. Um deles cria intercâmbio com grandes mestres, mestres de verdade, sendo o primeiro da lista, o grupo da verdadeira FICA, a pioneira, de Mestre Cobra Mansa e companhia. Um outro projeto, ainda de Mestre Geraldo, prevê série de palestras sobre cultura brasileira em geral e capoeiragem em particular na Monmouth University.  Projetos exemplares que merecem aplausos e apoio geral.

 

 

Visitas principais, material coletado e assuntos correlatos.

1.  Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe: dez cd-rom com jornais antigos do Estado

2.  Hotel Aquários, gerência (informal, cortesia) cinco cd-rom, MP3, com mais de 600 músicas, inclusive de capoeira;

2.1 "A mão que abre os olhos", Filipe Freitas, poeta e recepcionista do Hotel.

 

3.   Secretaria Estadual de Cultura: livros, calendário e prospectos chaves sobre as atividades culturais em Sergipe;

Observação: Breve, informal, mas produtiva conversa com o Sr. Secretário de Estado, Dr. José Teixeira (Atlas da Capoeira, Seresta em São Cristóvão com Lúcio Sanfilippo, Festival de Bossa Nova etc);

4.   Biblioteca Pública (Mestre Pedro dos Santos): "O Diário de W.J.", de Célio Nunes; "Umas Histórias", J.S. Ribeiro Neto; "Viagens, uma semente plantada", de Emmanuel Franco.

5.   Observação: Pedro Santos (Pedrinho) está terminando seu primeiro romance.

6.   Coletânea de contos - www.versoscontos.com.br - vários autores, mas com destaque ao extraordinário conto de "Matar ou Morrer" (Osvaldo Novaes).

 

Sugestão (de ordem prática) final:

            O sistema viário de Aracaju, talvez porque tudo esteja relativamente perto, não é nem grande nem freqüente. A solução é táxi, ou aluguel de carro ou moto. Optando pela primeira alternativa, sugerimos o Sr. Almeida (telefone na portaria de qualquer bom hotel), preços competitivos, com serviços incluindo pequenas viagens, passeios turísticos, hora marcada etc.

 


2006 - Ano Internacional da Mulher Capoeirista no Jornal do Capoeira



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