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Jornal do CAPOEIRA
Desde: 28/10/2004      Publicadas: 1050      Atualização: 18/06/2006

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 CRÔNICAS
  16/08/2005
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Capoeiragem & Negritude - Do Blue Note ao Uncle Tom
Crônica por Mestre André Luiz Lacé Lopes para a edição especial do Jornal do Capoeira: CAPOEIRA & NEGRITUDE.
Capoeiragem & Negritude - Do Blue Note ao Uncle Tom
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Jornal do Capoeira - Edição 43: 15 a 21 de Agosto de 2005

EDIÇÃO ESPECIAL- CAPOEIRA & NEGRITUDE

 

André Luiz Lacé Lopes

Leblon, Agosto/2005

 

Milton Cezar Ribeiro, Miltinho Astronauta, paulista de São José dos Campos, idealizador e editor do Jornal da Capoeira (Internet), vem realizando um trabalho sério, competente e oportuno.

Um trabalho ecumênico, democrático, bem fundamentado, sem antolhos, sem fanatismo ou regionalismo, sem posições dogmáticas ou crendices, sem fanfarronices e sem mercantilismo. Sacudindo, em boa a hora,  a mesmice comercial reinante.

Merece, portanto, o respeito e a admiração de todos nós, o que não me dá outra alternativa senão a de aceitar seu convite para escrever um artigo (artigo?) sobre o tema Capoeira e Negritude.

Tema da maior importância e urgência, até mesmo para neutralizar teorias novas, mas já embranquecidas pelo preconceito que, diabolicamente, fingem defender a Negritude. Haja vista alguns sacerdotes da "capoeira contemporânea" que percorrem o mundo, empunhando  bandeira falsa de Negritude. Esses mitônomos e bandeirólogos, no fundo, querem ser confundidos com o próprio mito impiedosa e convenientemente  conservado em formol.

Há muito tempo, venho escrevendo sobre a importância da Negritude, dentro e fora da Capoeiragem. Venho alertando, também, para o uso indevido que alguns fazem desta bandeira.

Em 1963, a famosa Revista Senhor, considerada a melhor de todos os tempos, publicou o artigo "Bateria & Berimbau", onde, embora de raspão, já mostrava a importância das culturas africanas nas Américas. Artigo, aliás, que já foi transcrito por vários jornais e revistas, inclusive o próprio Jornal do Capoeira,  juntamente com um outro - Malcolm e o X do Problema - sobre o mesmo assunto.

Mas, foi no meu mestrado em Syracuse, Nova York -  Administração Pública & Planejamento Urbano -  ao escolher a disciplina optativa "Black and White Society", é que mergulhei mais fundo neste tão importante tema, inclusive para nossa Capoeiragem.

Conservo até hoje uma rápida entrevista que fiz, em Manhattan,  com Jorge Mautner,  artista eclético  -  músico & compositor (canta e toca diversos instrumentos), escritor,  cineasta, ator, cartunista, pensador etc. Aos 21 anos Mautner, com seu livro de estréia,  Deus da Chuva e da Morte, ganhou o prêmio Jabuti de literatura.  Boa parte da entrevista versou sobre a famosa Marcha em  Washington D.C. ("The Great march on Washington", 28.08.1963; Reverendo Martin Luther King - "I Have a Dream" e outros líderes, e  com Liz Lands cantando "We shall overcome").

De memória, tento reproduzir uma passagem, onde Mautner  lembra um  majestoso  artigo de Frantz Fanon ("The wretched of the earth" e outros) ao descrever um "riot" em Washington, DC: "...naquele momento, ao ver as expressões, as palavras de ordem, a emoção, a indignação, a justa revolta  daquela gente, senti vergonha de não ser negro" (grifei).

Magnífica colocação, mas, mesmo assim, no meu paper final, sustentei que o negro norte-americano (afro-descendente) era mais americano (USA) do que negro.  Dr. David Burgest, responsável pela matéria,   excelente professor, excelente figura humana, depois de  longa e bem humorada discussão,  teve por bem dar um "A plus" ao trabalho.

Estávamos, então, no final da década dos 60, em plena era do "Black is beautiful", e dos  "Black Panthers".  De permeio, muito jazz de raiz, que chamo também de "jazz de angola", com um pé na Mãe África e com o outro nos campos de algodão da francesa Louisiane (não sem razão a França apresenta um jazz de alta qualidade...).

 Tenho algumas canções de trabalho ("work songs")  parecidíssimas com algumas chulas de capoeira.  Da mesma forma, muitos dos urbanos "chamados de rua" ("call street") lembram algumas de nossos cantos capoeirísticos.  Daí para a Igreja protestante foi um pulo, mágico, onde o africano teve que ajustar sua escala musical pentatônica às sete notas da escala européia. Estava surgindo o "Blue Note", estava surgindo o Jazz. Não tanto pela terceira e sétima "abaixadas",  que não seria novidade no mundo, mas pelo "conjunto da obra", pela maneira genial de construir cada frase musical.

Defendo que existe "blue note" também no Canto da Capoeira. É só ouvir um Caiçara, um Moraes, um Joel...

O Blue Note, para mim, vai além da música, simboliza o lado bom, o lado mágico, transmitido por uma cultura dominada à cultura dominante. Quase lembrando fenômeno semelhante, quando os poderosos romanos invadiram a Grécia e, em seguida, entregaram os próprios filhos aos sábios professores gregos. Fenômeno, curiosidade e coincidências que explicam, séculos depois, entre outras coisas, a permuta  caseira feita pelo pai do grande administrador, compositor, músico e poeta Elton Medeiros (Leblon, Rio de Janeiro): em troca de aulas de dança e de capoeira aprendeu, com o filho de um almirante, francês e contabilidade (por essa e várias outras é que Elton Medeiros está  devendo ao Brasil  um livro auto-biográfico!). 

Para mim o Blue Note vai além da música, simboliza todos demais traços culturais africanos que foram, em boa hora, impregnando a cultura brasileira que então se formava.

Mas temos,  infelizmente, também o lado ruim, para mim simbolizado pelo triste fenômeno do "uncle-tomismo".

Expressão cunhada nos Estados Unidos, décadas atrás, pelo movimento negro, para rotular o fenômeno do "negro de alma branca", do  "negro que sabe qual é o seu lugar", enfim, do negro submisso e deslumbrado com a Cultura Branca.  Ai do negro, apenas para dar um pequeno exemplo, que esticasse o cabelo para ficar parecido com o cabelo do branco. Imediatamente este negro seria rotulado como típico "Uncle Tom" (Tio Tom) , ou seja, negro que negava a própria raça, a própria pele, o próprio cabelo, a própria cultura, a própria estética. Exatamente como o negro no famoso filme "O vento levou" que, por sua vez, foi inspirado no livro "A Cabana do Pai Tomás".

O "The American Heritage Dictionary of the English Language (4ª Edição, 2000) nos dá as seguintes definições (4ª Edição, 2000), nos dá-nos as seguintes definições para Uncle Tom:

Ofensivo:  A Black person who is regarded as being humiliatingly subservient or deferential to white people.

Etmológico:  After Uncle Tom, a character in Uncle Tom's Cabin, a novel by Harriet Beecher Stowe.

E, para Uncle Tomism:

Offensive Deferential, subservient behavior and attitudes believed characteristic of an Uncle Tom: "Some will seek "status" through renewed acquiescence and Uncle Tomism" (Alvin F. Poussaint).

 

Também aí vejo alguma similaridade com o Mundo da Capoeiragem. Acompanhei de perto este fenômeno, este processo de tom-unclismo, pelo Brasil afora, especialmente,  na Bahia e no Rio de Janeiro,  mesmo sabendo que tais paralelos culturais são sempre perigosos. Sendo justo destacar, como sempre, as honrosas exceções, com Mestre Moraes em suas andanças pelo Brasil e no exterior.

No Rio, a extremamente criativa capoeira do subúrbio, de repente, foi ficando toda estilizada, cheia de trejeitos de samurai caboclo, ginga robótica, previsível, jogo combinado, teatralização de luta, apresentando-se como luta eficaz e mortal. Uma grande ironia, a classe média da Zona Sul passou a freqüentar o subúrbio agregando em sua capoeira tudo que via de bom; ao passo que o subúrbio, encantado com o padrão sócio-econômico visitante, passou a imitar o estilo estilizado da zona sul.

Atualmente constato esta prática a nível internacional. Pressionados pelos consumidores de outros países (alunos de capoeira), alguns mestres da capoeira estilizada começaram a subcontratar capoeiras pobres e humildes, afro-descendentes em sua maioria, bastando para isto que eles se portem como verdadeiros uncle tons da capoeira.

Os grandes mestres Ezequiel Martins e Lord Bom Cabrito,  precocemente falecidos, confirmavam esta minha opinião. Mas recentemente, o valoroso Mestre Russo de Caxias prestou precioso depoimento informal confirmando essa tese,

Fazendo concorrência a esses capoeiras-empresários, o próprio governo, infelizmente, vem-se destacando em patrocinar projetos de capoeira alienados e alienantes.  E, graças a Deus, efêmeros...

Verbas vão sendo liberadas para todo tipo de evento casuístico, da festa de batismo de um pequeno grupo a pretensiosos e mistérios projetos mundiais, passando por tragicômicos "projetos de exclusão" apelidados, com diabólica ironia,  de "projetos de inclusão".  Os mestres de capoeira, em sua grande maioria, são alheios ou alienados políticos, não interessando se o governo é bom, se é honesto e eficaz, interessa tão somente saber como "descolar" um patrocínio para uma festinha de capoeira, para brincar de seminário ou congresso,  ou  para projetos de "inclusão" mal planejados e  muito mal realizados, algumas vezes com prestação duvidosa de verbas públicas e sempre nenhum controle de  qualidade e de resultados. O pouco que funciona tal projeto, quando funciona, é para vender acomodação social, aceitação passiva da injustiça social, estoicismo catatônico, sonhos de verão e castelos de areia.

Quando, para ser efetivo, tais projetos de inclusão deveriam vender sempre a prática da cidadania militante diuturna, a reivindicação constante por melhor qualidade de vida, para a melhoria da qualidade (quase sempre precária) dos serviços públicos que são prestados á população. E mais, na hora da aula, faltam mestres bem treinados para esse tipo de ensino, faltam instrumentos, falta infra-estrutura de saúde e nutrição, fala quase tudo.

Enfim, se alguma coisa se ensina, não é a magia do Blue Note, é o pelourinho do estoicismo.

O que contraria o conceito de Negritude como foi inicialmente cunhado para titular um movimento literário e ideológico lançado por três intelectuais franco-africanos, mais conhecidos como os "trois pères", oriundos de diferentes ex-colônias francesas na África e no Caribe.  O movimento surgiu na França  já com algumas discordâncias, mas, basicamente tinha as seguintes características:

Reação ao processo de colonização. Denúncia da falta de humanidade da Europa para com os africanos descendentes e total rejeição a tentativa de ocidentalização das culturas africanas; crise de Identidade: aceitação e orgulho de ser negro; valorização da História Africana, de suas tradições e crenças; estilo literário realístico; Idéias de esquerda (marxistas).

Coube a Aimé Césaire, poeta, escritor e político da Martinica o mérito de ter sugerido a expressão Negritude (do francês "nègre"). Foi estudando em Paris que Césaire acabou percebendo mais claramente a importância da "black comunitty" e da necessidade de redescobrir a África.

Em 1934, o senegalês Léopold Sedar Sénghor, o francês Aimée Césaire, juntamente com Damas, Sainville e Maugée, fundaram a revista "L"Etudiant Noir" (O Estudante Negro), cuja função foi resumida pelo guiano Damas como jornal corporativo e de combate, que tinha por objetivo o fim da tribalização, do sistema clânico em vigor no Quartier Latin.  A proposta era que deixassem de ser estudantes da Martinica, de Guadalupe, da Guiana Francesa, de Madagascar etc, para que fossem entendidos, simplesmente, como "estudante negro".

Nessa época o objetivo era a união para combater a discriminação, dando-se ênfase à reflexão sobre a condição do negro e sua relação com o colonizador. Assim, intelectuais haitianos, senegalêses, antilhanos, criam, em Paris, as revistas "La Légitime Défense" (A Legitima Defesa) e "La Revue du Monde Noir" (A Revista do Mundo Negro), e inicia-se, por Aimée Césaire, Sénghor e Damas, o movimento "Negritude", que não foi privado de contestações, a começar pelo nome.

O Movimento, criado com o objetivo de revalorizar o negro cultural, política e artisticamente, apesar de dominar a literatura durante décadas, foi acusado de veicular um essencialismo negro, como se o fato de ter a pele negra pudesse deflagrar uma identidade comum; além disso, foi tachado de ser excessivamente intelectual e de ter um caráter burguês.

Foi na revista "L"Etudiant Noir" que a palavra "negritude" foi empregada por Césaire pela primeira vez, designando primordialmente a rejeição da assimilação cultural e de certa imagem do negro pacífico, incapaz de construir uma civilização. Sénghor defendia a idéia de que o termo era empregado visando o conceito em sua aceitação mais geral, englobando todos os movimentos culturais lançados por uma personalização negra ou por um grupo de negros em qualquer lugar do mundo; admitindo a negritude como fato, e assim cultura, bem como aceitação desse fato e sua projeção na história e na civilização negra.

            O quadro que rusticamente resumimos sobre o Blue Note e o Uncle Tom na Capoeiragem, como já adiantamos, não coaduna com o conceito de Negritude como definido inicialmente,

Tampouco coaduna com o conceito e com a luta   La Maison de la Negritude et des Droits de L`Homme,  fundada em 1971, tendo como patrono o mesmo Senhor Léopold Sédar Senghor, ex-presidente do Senegal e membro da Academia Francesa. 

Leitor interessado em garimpar mais fundo sobre Negritude deve procurar se familiarizar sobretudo com os trabalhos  produzidos por  Celuy Roberta Hundzinski Damásio , doutoranda no Institut Catholique de Paris e Université Marne-la-Vallée (um deles, que usei como fonte, navegando pela Internet).

 

Mandigueiramente vou ficando por aqui.

 

As lições que os capoeiras podem tirar de tudo isto é bastante óbvia. Ou seja, para revitalizar a Negritude na Capoeira, como ideologia e como processo, o capoeira precisa mais de Blue Note, e menos de uncle-tomismo.

 

 

Dedico este artigo ao PENESB / Universidade Federal Fluminense e
ao novo Cd  - "Bem que mereci", excelente! -  de Elton Medeiros.


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