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Jornal do CAPOEIRA
Desde: 28/10/2004      Publicadas: 1050      Atualização: 18/06/2006

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 CRÔNICAS

  29/04/2006
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Mandinga & Zé Pilintra & Duende

Crônica de André Lacé, cujo título alternativo poderia ser algo como Nova York, Rio e Madrid

Mandinga  & Zé Pilintra & Duende Coquinho Baiano

Jornal do Capoeira - www.capoeira.jex.com.br

Edição 71 - de 30/Abril a 06/Maio de 2006

 

André Luiz Lacé Lopes

Leblon, 28 de abril de 2006

 

Noite de quinta-feira, parto para a velha e ressuscitada Lapa Boêmia com três objetivos específicos: 1. Passagem rápida pelo Quilombo de Mestre Arerê, para deixar cópia de DVD sobre Dr. João Grande; 2. Passagem rápida pelo Bar do Ernesto para reservar  grande mesa para, no dia seguinte, assistir a mais uma antológica apresentação de Lúcio Sanfilippo; e 3. Assistir, junto aos Arcos, espetacular demonstração do Jongo da Serrinha, Tambores de Alma, 4 esquinas,  Mariocas, Boi-daqui,  Cia da UFRJ, Ação da Cidadania, 3 Marias e do Conjunto Pé de Chinelo (Sra. Vanusa  Maria de Melo - www.pedechinelo.com.br/luciosanfilippo.php).

 

 Subestimei a Roda do ilustríssimo senhor Eraldo Teixeira da Silva (Arerê), no Circo Voador,  que, apesar de todos os percalços previsíveis, capoeirísticos ou não, vai-se firmando como ponto de encontro da capoeirada do Rio e do mundo (como veremos mais adiante). Era para entregar o DVD ao Seu Arerê e sair batido, acabei ficando tanto tempo que mal deu para assistir o final do Jongo e reservar as mesas.

Mas valeu!

Valeu pelo momento da roda, e valeu pelo que virá mais adiante, especialmente a visita de uma universidade espanhola, prevista para o mês que vem.

Mas, comecemos pela Roda, que, mais uma vez, contou com mestres visitantes ilustres e com a excelente prata da casa. Dos mestres visitantes quero e devo destacar Mestre Rui (foto), meio desaparecido, mas que chegou firme e forte, acompanhado de sua esposa, historiadora, e relembrando alguns de seus grandes mestres como Deraldo, Zé Grande e o extraordinário Mário Santos. Relembrou, também, as históricas rodas livres dos Mestres Artur Emídio e Zé Pedro (claro, "cada qual no seu cada qual").

 

 

Quanto à prata da casa, lamentando não poder citar todos, volto a chamar a atenção para dois nomes: Carlos Firmino, o Cabeleira,  e   Danilo Foguinho.  O  primeiro deveria ser contratado para correr o Brasil e o mundo ensinando, com a sua capoeira inteligente, o que é ter garra, talento,  vontade de viver e, obviamente, de jogar capoeira.  O segundo é garoto ainda, mas já impressiona pelo modo de treinar, jogar e encarar a capoeira. 

Ao final da Roda, seguindo boa tradição, Mestre Arerê apresenta seus convidados, dá voz a cada um deles e fecha a roda com seu discurso de sempre - inteligente, engajado, sem hipocrisia, enfatizando a importância da militância social e da luta diuturna pelos direitos humanos realmente para todos. Arerê sempre aproveita, também, para louvar todas as capoeiras, todas as correntes, todos os mestres, mas deixando claro a fundamental importância da capoeiragem do Rio Antigo e do Rio de Hoje, exemplificando com alguns casos de estilos e capoeiras de outros estados que só alavacaram para o sucesso depois de passarem por essa Cidade meio (completamente?) abandonada, mas ainda Maravilhosa.

Foi nessa fala final que Arerê teve por bem resumir o convite a ele endereçado por uma universidade espanhola. Um convite  impressionante, invejável e sintomático.

Impressionante pois revela o interesse do mundo na prática da Capoeiragem, não apenas como entretenimento ou desporto, mas como valioso instrumento de conscientização e luta pela cidadania plena. Invejável pois dá para perceber o quanto avançada está essa universidade espanhola, em relação aos bons aspectos da capoeira, e como estamos nós, pelo menos boa parte das lideranças, cada vez mais mergulhando no terreno pantanoso das mesadas públicas, paternalísticas, a troca de apoio político-eleitoral completamente cego. E, finalmente, sintomático, pois o interesse da universidade espanhola, muito acertadamente, se volta para trabalhos como o que desenvolve Arerê.

Ou seja, já deve ser do conhecimento do resto do mundo (mas, infelizmente, muitos mestres resistem em perceber) que a grande maioria dos programas de inclusão social pela capoeira não passam de "programas de exclusão social" para justificar malversação de verbas públicas ou privadas. Claro, com raras e honrosas exceções.   A distribuição de Cestas de Alimentação, durante essa ou aquela Roda ou "Congresso" de Capoeira, também é incontestável exemplo de hipocrisia e manipulação social.O pobre, especialmente o pobre esfomeado quer e merece a chance de um emprego, de um salário razoavelmente digno, de programas de casa própria (tecnologia da escassez!) realisticamente financiável, de bons hospitais e escolas públicas...

O pobre, sobretudo, não quer  migalhas eleitoreiras, quer uma solução definitiva. E o Brasil é grande, ousaria dizer sem medo de errar ou exagerar que o Brasil é rico, basta bem administrar suas riquezas, a dinheirama tributária que entra diuturnamente nos cofres públicos - municipais, estaduais e federal. Só isso, mas nada, uma vez empregado, o pobre compra seu próprio pão e, na medida do possível, vez por outra, carrega até a mulher e filhos para uma seção de cinema.

Mas, afinal, que vem essa universidade espanhola fazer aqui no Brasil, no Rio de Janeiro?

Claro, a Agenda vai além da Capoeira, mas, em muito boa hora, os responsáveis pela viagem, trataram de agendar visita ao Quilombo do Mestre Arerê. A Capoeira agradece e, posso adiantar, o grupo espanhol sairá satisfeito, pois será muito bem recebido, assistirá  extraordinária Roda e, o que é igualmente muito importante, ouvirá reflexões sociais e históricas à altura da verdadeira Capoeira, do Rio e do Brasil.

Esse é e sempre foi o discurso natural do Mestre Arerê. Bem diferente da maioria dos mestres de capoeira que prefere, pragmaticamente, uma política de boa vizinha eterna com todos os governos.  O importante, para esses, é pleitear e conseguir verbas para tocar seus respectivos projetos, sem jamais criticar eventuais falhas governamentais, sugerindo ações sociais mais adequadas e oportunas.

Nesse momento, por exemplo, paira no ar brasileiro e mundial, uma grande crise de valores éticos. Realmente é difícil tomar posição, mas, por outro lado, não se deve fechar os olhos e fingir que nada está acontecendo de singular. A julgar pelas manchetes de primeira página dos principais jornais do país um festival de pequenos e grandes escândalos governamentais parece não querer sair de cartaz. O próprio Poder Judiciário confirma também a existência de tais escândalos. Pois muito bem, se 10% do que se fala for verdade, teríamos aí um dinheiro para colocar um posto de saúde e uma escola pública em cada bairro brasileiro. Funcionando, evidentemente...

Não haveria, então, necessidade de tantas ONGs - algumas fantasmas - recebendo verbas milionárias e produzindo muito pouco ou mesmo nada. E as  Rodas e "simpósios" de capoeira poderiam esquecer essa preocupação, mais marqueteira do que efetiva, de distribuir meia dúzia de cesta de alimento durante uma tarde.

Avaliar a vida sócio-política de um país, mais do que nunca, significa avaliar seu desempenho ético. A grande maioria das lideranças capoeirísticas, especialmente da tal capoeira contemporânea, reacionária por tradição, não toma posição a respeito de tais desmandos. Dependesse de mim, em todas rodas de capoeira, seria distribuída uma cópia dos melhores artigos que, quase magicamente, ainda estão sendo inscritos sobre corrupções e desmandos comprovados.

Voltemos à fascinante Espanha, não apenas das boas universidades, mas de várias mandingas, como o encantado mundo dos DUENDES.  Foi em memorável noite no restaurante  Andalusi (foto),  em Madrid,  ainda não descoberto pelo turista (não sabe o que perde), durante conversa acidental, que descobri um curioso parentesco entre a nossa mandinga e os duendes. O termo (duende) vem do sânscrito, significa Divindade.  Assim como o capoeira, às vezes, fica tomado pela mandinga e joga como ninguém,  também os flamencos "recebem" o  DUENDE. Segundo Carmem Romero, nesse contexto, duende seria um "estado de exaltação que se manifesta nos dançarinos de flamenco, de modo inesperado e sem duração mensurável". Antonio Canales vai mais longe, em entrevista jornal inglês, solicitado a definir duende, respondeu: God"s orgasm!

 

            A explicação, entretanto, que mais se ajusta aos dois fenômenos mágicos - mandinga e duende - me foi passada sem a precisão do autor (pelo que peço desculpa por sua não citação): "Duende é o sentimento que conecta a alma à essência da vida, liberado devido ao intenso envolvimento emocional com a música e dança. É parte da natureza humana, e se expressa de várias formas. É um estado de transe experimentado durante uma performance que pode levá-lo a gritar "Olé" (ou IÊ!) inconscientemente."
 

 Como a viagem terá caráter marcantemente acadêmico já foi adiantada a sugestão de tópicos básicos. Tópicos que revelam bem a seriedade e a profundidade da visita, como por exemplo, "reflexões sobre a trajetória social no Brasil nesses 20 últimos anos". Repito, localizaram a pessoa certa, Mestre Arerê,  que tem consciência plena do processo degenerativo, mercantil e aburguesado que ronda a evolução da Capoeira, da tendência a um "embranquecimento"  excessivo e preconceituoso, da sua utilização indevida por alguns governos, especialmente os ditatoriais.

 

 Tão pouco Arerê tentará professorar  sobre as culturas afro-brasileiras sem citar nomes e obras como Nei Lopes, Pepetela e outros, e, sobretudo, sem cometer o erro crasso cometido por um  famoso mestre de capoeira contemporânea,  que foi a Angola e voltou com a mania de homenagear, nas camisas e nos apelidos de seus novos alunos, animais em extinção na África. Esquecendo-se, simplesmente, do principal animal em extinção na África, que é o próprio africano. Permito-me aqui, um pequeno comercial, voltando a sugerir a leitura, oportunamente, do meu próximo artigo "Receita de Angola".

Termino com rápido comentário sobre o DVD que fiz, com base na filmagem feita por mando de Mestre João Grande, durante uma de minhas visitas a sua academia em Manhattan, em Nova York, verdadeira embaixada brasileira da capoeiragem. 

 

Filmagem antológica pois, de maneira despretensiosa, mostra como se deve dar uma aula, como se deve comandar uma roda, como se deve recepcionar visitantes e amigos, como se deve louvar o próprio mestre (Pastinha!), como se deve comemorar um aniversário de aluno e como se deve "fechar" uma roda dentro dos mais puros e poéticos fundamentos de Angola.  Aproveitando a passagem de vídeo para DVD  incluí mais meia hora de informações (capas de livros chaves para o entendimento pleno de capoeira, fotos raras etc) e uma curiosidade, um pequeno trecho de uma roda de capoeira onde apareço, longas décadas atrás, jogando com o Mestre Preguiça. Tirei dez cópias para distribuir para alguns amigos interessados, um deles, o Seu Arerê.

 

Vale!


       


2006 - Ano Internacional da Mulher Capoeirista no Jornal do Capoeira



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