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Jornal do CAPOEIRA
Desde: 28/10/2004      Publicadas: 1050      Atualização: 18/06/2006

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 EVENTOS

  31/03/2006
  1 comentário(s)


CONI Brasil & Federação Italiana de Capoeira promovem Intercâmbio Cultural

O Primeiro Intercâmbio Cultural Itália-Brasil de Capoeira será realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 8 a 17 de Abril de 2006. O "Comitê Olímpico Nacional Italiano" - CONI Brasil - e a "Federazione Italiana de Capoeira" estão no comando do gunga deste intercâmbio

CONI Brasil & Federação Italiana de Capoeira promovem Intercâmbio Cultural Coquinho Baiano

Jornal do Capoeira - www.capoeira.jex.com.br

Edição 67 - de 02 a 08 de Abril de 2006

 

 

PRIMEIRO INTERCÂMBIO

ITÁLIA & BRASIL

Rio de Janeiro, de 8 a 17 de abril de 2006

 
 
Redação do Jornal

São Paulo, SP

Abril de 2006

Nota do Editor:

                         Alguns excelentes mestres de capoeira estão há mais de uma década no exterior. O que significa que já existem, "lá fora", dezenas de alunos pleiteando, alguns com toda razão, o status de mestre. O que fazer?

        Em tanto de tanto republicamos o  artigo "Banca de Mestrado & Itália & Subúrbio do Rio",  de André Luiz Lacé,  originariamente publicado em jornais do RIO e na Revista Fórum Virtual,  que retrata a "confirmação de mestrado" de um italiano, aluno de capoeira. Basicamente o que ocorreu foi o seguinte:

-          Mestre carioca (Canela) radicado em  Viterbo, Itália, após mais de dez anos de ensino, teve por bem dar grau de mestre a um de seus alunos, o então universitário de economia e administração de empresa, Edgardo Santaniello,  conhecido na capoeira como Coruja. Mas condicionou o novo status a uma confirmação no Brasil, no Rio de Janeiro, enfrentando uma banca de velhos mestres, sendo sabatinado de todo jeito, sobre teoria e prática, jogando, tocando todos instrumentos e cantando capoeira. Passou com louvor e receber seu diploma de mestre no Consulado Geral da Itália, com a presença do Cônsul Geral, do representante do CONI/BRASIL e de vários mestres do Rio de Janeiro. Realmente uma estratégia exemplar que poderia ser seguida por todos os mestres brasileiros que trabalham no exterior. Para detalhes sugiro nova leitura no mencionado artigo de André Luiz Lacé Lopes.

                         Com seu diploma na mala, Mestre Coruja voltou para Itália e começou a desenvolver um excelente trabalho, entre eles a fundação de uma Federação Italiana de Capoeira.  Ao tomar conhecimento dessa sua próxima visita ao Brasil (de 8 a 17 de abril de 2006) trazendo pequeno grupo de italianos capoeiras, comecei a garimpar mais informações para alimentar boa matéria a respeito. O que acabou numa entrevista com o próprio Mestre Coruja.   

Miltinho Astronauta.

 


Entrevista com Mestre Coruja

 

 

Jornal do Capoeira: Como surgiu esse projeto Primeiro Intercâmbio Itália & Brasil?

Mestre Coruja:  A rigor não é o primeiro -  vocês, inclusive, já republicaram artigo antigo  que mencionava o sucesso de um capoeira brasileiro na Itália.

Nota do Editor: O entrevistado referia-se ao artigo "Escola Typica de Aggressão e Defeza", publicado no jornal  A Noite Illustrada, Rio de Janeiro, (no dia  24 de junho de 1931). 

                          Mas, dando um pulo no tempo, pegando esses últimos vinte anos, todos ficarão espantados com o número de mestres brasileiros que estão ensinando Capoeira em praticamente todos estados italianos.  Boa parte desses mestres está sempre fazendo algum tipo de intercâmbio com o Brasil.  Eu mesmo já visitei o Brasil algumas vezes, inclusive trazendo alguns alunos. A grande diferença, dessa vez, é a chancela, que muito nos orgulha e estimula, do CONI/Brasil.  Daí o título de Primeiro Intercâmbio.

 

Jornal do Capoeira: Desculpe nosso desconhecimento e, certamente, do leitor, mas o que vem a ser essa sigla CONI?

Mestre Coruja: É o Comitê Olímpico Nacional da Itália,  que equivale ao Comitê Olímpico Brasileiro. O CONI está presente em vários países, inclusive no Brasil, com a missão de promover intercâmbios sócio-esportivo-culturais. O que faz, há décadas, admiravelmente bem. O CONI/Brasil, há muito tempo, vem estudando a melhor maneira de apoiar intercâmbios na área da Capoeira,  já tendo dado mostras disso. Por exemplo, na cerimônia do meu mestrado aqui no Brasil. Dessa vez, o CONI entendeu como oportuno cooperar com a realização de uma Mesa Redonda sobre o fenômeno Capoeira, com ênfase, naturalmente, no potencial de intercâmbio Itália & Brasil.

 

Jornal do Capoeira:  Essa Mesa Redonda promete, mas antes dela, fale da sua visita em termos gerais.

Mestre Coruja: Seremos recepcionados por alguns mestres em suas respectivas academias. Não fechamos ainda a Agenda, estamos ainda nos articulando.  Além do que pretendemos visitar, também, bibliotecas, pontos de encontro, rodas de jongo, partido alto, chorinho, roças... Vamos ver se o tempo dará para tanta coisa.

 

Jornal do Capoeira: Que mestres já foram contatados?

 

 Mestres Arerê, Cigana, Hulk, Bogado e Formiga

 

Mestre Coruja: Mestre Hulk, que reputamos grande capoeirista, com experiência de luta, internacional e excelente personalidade; Mestre Grilo que produziu, para surpresa de muitos, o único CD que faz jus à história da capoeiragem antiga do Rio de Janeiro; Mestre Arerê, que tem seu quilombo na Lapa, personalidade forte, excelente Capoeira Raiz, militância social; Mestre Formiga, lá para as bandas de Niterói (Pendontiba), que comanda uma roda nos fins de semana que ninguém deve perder; Mestre Russo de Caxias, grande figura, com experiência internacional, autor de interessante livro lançado recentemente; Mestre Bogado, presidente da Federação de Capoeira Esportiva do Estado do Rio de Janeiro; Mestra Cigana, presidenta da Federação de Capoeira do Rio de Janeiro; e Mestre Marujo (Alexandre Estalano da Silveira), capoeira-budista, idéias próprias, sabe receber quem chega para jogar, dirige a Escola de Capoeiragem Freguesia do Espírito Santo, e é um dos mestres do "Grupo Capoeiragem entre Camaradas".  Pensamos também visitar a velha guarda da capoeiragem no Rio, mas aí vamos ter que jogar com a sorte, pois esse pessoal nem sempre está disponível.  Quanto a leitura, quero levar os alunos à Biblioteca Nacional e na Biblioteca Amadeu Amaral que reputo as duas bibliotecas mais completas na área da Capoeira.

 

 Mestres Marujo, Russo de Caxias, Grilo e capa de seu CD

 

Jornal do Capoeira: O tempo não será pouco para pesquisar em bibliotecas?

Mestre Coruja: Será, mas quero motivar o pessoal, quero mostrar a importância de se criar logo para a Capoeira, aqui na Itália, mas também no Brasil, um Centro de Memória. Aliás, esse é exatamente um dos projetos que levaremos para discutir.  Já tenho um considerável acervo na minha casa, mas isso evidentemente não basta, todo e qualquer interessado em pesquisar capoeira na Itália deverá  ter acesso a esses livros, filmes, discos, cds, dvds, quadros, palestras, debates.

 

Jornal do Capoeira: Chegamos, então, à Mesa Redonda. Além desse projeto o que mais discutirá a Mesa Redonda?

Mestre Coruja:  "Mesa Redonda" é o que chamamos de "Roda de Papoeira", se não tiver um coordenador firme não acaba nunca. Cautelosamente, portanto,  estamos levando dois temas apenas para discutir, o Projeto do Centro de Memória e um outro projeto de "Mapeamento Geral".

 

Jornal do Capoeira: "Mapeamento geral?".

Mestre Coruja: É isso mesmo, sem mapeamento, sem diagnóstico, é impossível planejar, elaborar leis salvadoras para capoeira ou qualquer coisa assim. A essa altura devo esclarecer, já que não fiz antes, que somos também leitores do Jornal do Capoeira, estamos tirando muitas idéias dele. Essa idéia do Atlas da Capoeira acredito eu, é fundamental. Vou sugerir que façam o Atlas do Rio de Janeiro, tratarei de "vender" essa idéia para os capoeiras italianos.

 

Jornal do Capoeira: Estivemos ano passado dando um giro pela Europa, passamos rapidamente pela Itália,  voltamos impressionados com o crescimento da capoeira por lá. Você já tem algum levantamento especificamente sobre a Capoeira na Itália?

Mestre Coruja: Não, a dificuldade lá é exatamente a mesma daqui. A Capoeira invadiu a Europa e o resto do mundo levando no seu bojo as mesmas características culturais, os mesmos costumes de convivência cautelosa.

 

Jornal do Capoeira: O que vem a ser isso, "convivência cautelosa"?

Mestre Coruja: A capoeira "é livre  como o vento", pois muito bem, o capoeira, o mestre de capoeira quer também ser livre como o vento. No máximo aceita cordão umbilical com o seu mestre (mesmo assim, nem sempre). Algumas poucas vezes, aceita fazer parte de uma corrente, de uma linhagem, de uma região, mas, o que gosta mesmo, é do trabalho independente. Vai daí não ser fácil mapear capoeira, muito menos criar, de uma hora para outra, uma federação forte. Mas está na hora do capoeira amadurecer e aprender a trabalhar em grupo, em sociedade. Essa fase de aventura aliada a "feudos ideológicos e mercantis" será substituída por uma rede formal competente e, sobretudo, responsável socialmente, ou seja, deverá prestar contas a sociedade. Afinal, se parte dessas aventuras é patrocinada por verba pública, a sociedade tem o direito de saber, com total transparência, para aonde está indo esse dinheiro.

 

Jornal do Capoeira: O que vem a ser uma "Federação FORTE?".

Mestre Coruja: uma federação nacional forte é aquela apoiada pela maioria, senão todas as federações estaduais; uma federação estadual forte seria aquela apoiada pela maioria das associações existentes no estado em que ela atua. Apoiar, no caso, significaria  pagar mensalidade, participar de todos torneios, seminários, de todos eventos. Uma federação forte teria mais chance de conseguir bons patrocínios, conseqüentemente, realizar melhores projetos.  Um dia teremos organizações de capoeira fortes, prestigiadas por todos, mas ainda há longa estrada para percorrer.

 

Jornal do Capoeira: De qualquer maneira, quantas "academias" mais ou menos existem atualmente na Itália.

Mestre Coruja: Eu diria, cerca de umas cem, incluindo-se aí os pequenos grupos, sem sede própria. Mas a tendência é crescer mais e mais.

 

Jornal do Capoeira. Voltando para o Rio de Janeiro e para a Mesa Redonda, que mais haverá?

Mestre Coruja: Para abrir e coordenar os trabalhos, como moderador, convidamos o Professor-Doutor Luiz Sergio Dias, pesquisador emérito e autor de livro premiado sobre capoeira. Estamos aguardando a resposta.  Quanto aos demais dias, além das visitas aos mestres, as roças, às bibliotecas, ao samba, estou tentado fechar pequenos programas que dariam ao pequeno grupo que levo uma preciosa mostra do Rio de Janeiro atual.  Por exemplo, passar pelo Bip Bip numa noite de samba, para ouvir Mestre Paulinho do Cavaco (foi mestre de Capoeira) cantar seus sambas premiados, e a cantora Morana dando show com bossa-nova e candombe. Passando no Bar do Ernesto para ouvir o Lúcio Sanfilippo cantar jongo, coco, ciranda, samba e seresta, com o grupo Pé de Chinelo dando espetacular demonstração de jongo. Quero levar o pessoal no Encontro dos Capoeiras, no Centro Popular da Uruguaiana (Sonia Mattaghato), na Casa do Capoeira, em São Cristóvão, e no Lapa-Capoeira, do Seu Manoel Vides.  Quero levar o grupo para uma roda livre, de rua, na Praça dos Pacificadores, em Caxias. Tudo isso está sendo articulado, com alguma coisa já acertada, como, por exemplo, uma grande roda de confraternização, nas pedras do Arpoador, no dia 15 de abril, das 10 às 13 horas.

 

Jornal do Capoeira: Excelente! Uma última pergunta - e qual será o próximo passo?

Mestre Coruja: Dizem que o "melhor da festa é esperar por ela", não concordo muito, mas o fato é que todos esses preparativos para a viagem ao Rio de Janeiro, inclusive essa entrevista agora, já podem ser considerados uma lição de vida. O próximo passo, evidentemente, será voltar. O ideal seria voltar com o grupo que estarei levando e mais um grupo especial de mestres do Rio, para que eu pudesse percorrer toda as academias da Itália com uma proposta de Grande União. Quem sabe o próximo intercâmbio não será contar com esse segundo grupo na Itália?  Mas, de concreto mesmo, pretendo voltar com a idéia desses dois projetos básicos que lhe falei - o Centro de Memória da Capoeiragem e o Atlas de Mestres - já bem amadurecidos. Não tenha dúvida, um belo dia, todo estado brasileiro terá um Centro e um Atlas desses, quem sabe a Itália não sai na frente?

 

Jornal do Capoeira: Obrigado pela entrevista, agora, como diriam os locutores de antigamente - "O microfone é seu para suas despedidas finais".

Mestre Coruja: Eu é que agradeço, o Jornal do Capoeira está preenchendo importante espaço na comunicação capoeirístico. Muito informativo, democrático, servindo a todos paladares, do doutor em capoeira ao mais humilde capoeirista, passando por todos os mestres. Tenho certeza que a entrevista vai repercutir e facilitar meus contatos no Brasil e, sobretudo, na Itália. Penso voltar com um relatório-proposta para distribuir por todos mestres radicados por lá. Quero também aproveitar para, de público, convida-lo a participar de todo evento, muito especialmente da Mesa Redonda. Aliás,  na hipótese do Professor Luiz Sergio Dias não poder aceitar nosso convite, quem sabe o editor do Jornal do Capoeira não seria o moderador dessa Mesa Redonda?

 


Apontadores para outros artigos publicados no Jornal do Capoeira e mencionados nesta entrevista:

 

    2005-03-17 : Banca de Mestrado & Itália & Subúrbio do Rio

    2005-04-25 : Academias de Capoeira do Rio Antigo - Década de 30
 


2006 - Ano Internacional da Mulher Capoeirista no Jornal do Capoeira




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